Avaliação do risco de osteoporose e fratura: quando fazer?
A avaliação do risco ósseo junta idade, histórico de fraturas, peso, remédios e doenças para estimar a chance de fratura. Ela define quem precisa de densitometria antes da idade de rotina.
Pra que serve?
Na consulta, o profissional revisa fatores de risco como fratura anterior, baixo peso, tabagismo, uso prolongado de corticoide, menopausa precoce, doenças que afetam os ossos e fratura de quadril nos pais. Ferramentas como o FRAX ajudam a calcular o risco.
Por que fazer?
A osteoporose não dá sintomas até a primeira fratura. Fraturas de quadril e de coluna podem tirar a autonomia, principalmente em pessoas mais velhas. Identificar o risco cedo permite agir com exercício, alimentação, prevenção de quedas e, quando indicado, tratamento.
De quanto em quanto tempo?
A avaliação faz parte das consultas de rotina, especialmente a partir da transição menopausal nas mulheres e em homens mais velhos. Se houver fatores de risco, ela pode levar à densitometria antes dos 65 anos nas mulheres ou dos 70 nos homens.
Atenção: Fratura depois de uma queda simples, da própria altura, é um sinal de alerta para osteoporose e merece investigação.
Fontes
- Ministério da Saúde / Conitec. Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Osteoporose. Disponível em: Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas da Osteoporose (Ministério da Saúde / Conitec). Acesso em: 28/09/2026.
Este conteúdo é informativo e não substitui a consulta com um profissional de saúde.

